Ao completar 19 anos, o Tocantins comemora o saldo positivo na balança comercial - exportações menos importações - que vem batendo recordes consecutivos desde 2002, quando fechou com saldo negativo de R$ 7.839.454. Entre 2003 e 2006, o crescimento foi de 582,68%, saltando de R$ 26.259.992 para R$ 179.272.370. O secretário estadual de Indústria e Comércio, Eudoro Pedroza, avalia que o Estado está cumprindo com o dever de casa ao implantar a infra-estrutura - malha viária, logística de transposte e incentivo à industrialização - para atrair investimentos. Já o modelo econômico utilizado ao longo desses quase vinte anos divide especilistas. De um lado, há quem critique o modelo implantado como "do tempo das capitanias hereditárias", que "não levou a lugar nenhum" e gerou concentração da riqueza em poucas famílias e empresas. Do outro, há quem defenda o modelo adotado como plenamente satisfatório justificando que, na época da criação, o Estado tinha economia voltada prioritariamente para a agricultura e pecuária e não podia escolher outra alternativa. [Leia Mais]
História e desenvolvimento Professor diz que emancipação mudou realidade para melhor, mas CPT critica ações desenvolvimentistas
O professor e escritor Júnio Batista avalia que a emancipação do Tocantins trouxe resultados positivos: O PIB cresceu 7,82% ao ano pós-emancipação, a taxa de fecundidade caiu de 6 para 2,5 filhos por casal, a perspectiva da média de vida atingiu 70 anos e a taxa de analfabetismo entre os jovens até 15 anos caiu dos 30% para 17%. Para a o coordenador da Campanha Nacional contra o Trabalho Escravo da Comissão Pastoral da Terra (CPT), frei Xavier Plassat, o Estado não deve restringir o crescimento a toneladas de grão ou arrobas de gado. Já o primeiro e o atual presidente da Assembléia destacam o crescimento do Legislativo. Raimundo Boi lembra as dificuldades da implantação e Gaguim diz que momento é de independência. [Leia Mais]
Saúde, esporte e desenvolvimento social Sesau afirma que superou crise e diz que saúde está consolidada; Setas quer levar benefícios a quilombolas O secretário estadual da Saúde, Eugênio Pacceli, diz que setor se consolidou com soluções locais ao inovar e adaptar normatizações existentes. Ele diz que crise foi solucionada com negociação de dívidas e reorganização de sistema de compras da pasta. No âmbito da assistência social, Setas quer levar benefícios sociais a comunidades quilombolas e indígenas enquanto especialista afirma que, apesar do esforço em implementar as diretrizes como o Sistema Único de Assistência Social existem problemas relacionados à insuficiência de profissionais e falta de vontade política. [Leia Mais]
Ciência e Tecnologia, Educação e Cultura Seduc avalia que Fundef mudou o sistema educacional do Tocantins. Na área de Ciência e Tecnologia, parcerias viabilizam formação científica e manutenção de pesquisadores em universidades tocantinenses. Em relação à cultura, produtores culturais, além do presidente da Fundação Cultural, mostram em que áreas o Estado avançou e onde deixa a desejar. [Leia Mais] Segurança Pública e Habitação
 O secretário estadual da Habitação e Desenvolvimento Urbano, Aleandro Lacerda, afirma que o Tocantins avançou na política habitacional ao construir 23 mil moradias em parceria com o governo federal, prefeituras e comunidades. Para o MNLM, o déficit habitacional está diminuindo devido à política nacional de incentivos à produção habitacional. Na questão da segurança o ex-secretário Júlio Resplande e o atual titular, Hebert Brito, avaliam o que mudou na área ao longo desses 19 anos. [Leia Mais].
Turismo, Meio ambiente e agricultura Enquanto Naturatins diz que governo associa ecoturismo, incentivo empresarial e rígido controle, especialista afirma que falta ao trade, preparo, planejamento e políticas públicas; Faet e Seagro mostram avanços no campo. [Leia Mais]

|